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Seminário sobre Educação promovido pelo Sintab lota Teatro Municipal, em CG

O Teatro Municipal Severino Cabral e a AABB ficaram pequenos nesta sexta-feira, 17, para o público que lotou os espaços durante o seminário “Educação Básica: Realidade e Perspectivas”, e o debate “Educação Inclusiva: Realidade e Desafios”, ambos promovidos pelo Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste e da Borborema (Sintab).

Mais de mil pessoas participaram do evento voltado não somente para os servidores da educação, mas para toda a sociedade.

Grupos de Campina Grande e de outras dezenas de municípios, incluindo os da base do sindicato, prestigiaram o evento.

“Ao tempo que parabenizamos os secretários que liberaram os trabalhadores, repudiamos o gesto mesquinho, pequeno, antidemocrático, dos secretários de Educação de Montadas, Massaranduba e Queimadas e alguns diretores de Campina, que tentaram impedir a participação dos servidores no seminário”, detalhou.

A crítica à realidade atual da educação esteve em todas as apresentações, assim como a ênfase nos desafios que precisam ser vencidos.

Na parte da manhã, concentrada no Teatro Municipal, a primeira explanação foi comandada pelo professor doutor Paulo Sérgio Cunha, que enfatizou como os espaços educacionais são fundamentais para a construção do modelo de homem.

Em seguida, a professora doutora Lenilda Cordeiro abordou a educação nacional num contexto econômico.

A última palestra da manhã ficou por conta da professora doutora Luciana Leandro, que mostrou os resultados de sua pesquisa, realizada em Campina Grande e no município gaúcho de Pelotas, sobre as repercussões da aplicação da Prova Brasil no currículo e no trabalho docente no contexto das escolas municipais das duas cidades.

Já durante a tarde, na AABB, a professora doutora Silvia Roberta da Mota fez uma análise da correlação de forças na qual a educação inclusiva está inserida, historiando o discurso da diversidade no ocidente e no Brasil.

A professora doutora Sônia Maria de Lira por sua vez, fez uma análise comparativa das questões que levam as pessoas a serem excluídas no Brasil e num país desenvolvido, para desmistificar que só os países subdesenvolvidos é quem têm exclusão social.

Após as palestras houve espaço para perguntas. Os participantes que estiveram nos dois momentos receberão certificação de sete horas ao todo.

 DA REDAÇÃO COM ASSESSORIA

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