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Secretária de Saúde explica funcionamento do Sisreg em Capina

 

A Prefeitura de Campina Grande, através da Secretaria de Saúde, implantou o Sistema Nacional de Regulação (Sisreg) na Atenção Básica, onde toda rede está informatizada.

O Sisreg um sistema online criado para o gerenciamento de todo Complexo Regulatório indo da rede básica à internação hospitalar, visando à humanização dos serviços, maior controle do fluxo e otimização na utilização dos recursos.

Conforme a secretária de Saúde do município, Luzia Pinto, o sistema é uma revolução na Saúde e que em termos de regulação não poderia existir algo melhor para a população.

– Hoje nós não temos nenhuma gestante em Campina Grande, nenhum cidadão que solicitou agilidade no exame, mesmo feito no dia 15 deste mês, que não esteja liberado. Nós iniciamos com os laboratórios, e depois vamos iniciar com os exames e consultas médicas. O Sisreg te dá uma vasta imagem de tudo que está acontecendo. Eu já me deparei com mais de 10% das solicitações de outros municípios dentro da Atenção Básica. A atenção Básica só atende a população dos bairros, e como esses usuários de outras cidades estão conseguindo ter acesso? Eles estavam tendo esses acessos de outra forma – frisou.

Foto: Paraibaonline

Foto: Paraibaonline

Luzia frisou que a marcação de exames laboratoriais já está informatizada em todas as Unidades Básicas de Saúde do município e que no dia 1 de fevereiro de 2018 o sistema será instalado na área hospitalar.

– Para uma gestante, por exemplo, o sistema dá o resultado em até 48h na devolutiva, informando em qual serviço será realizado o exame. Essa gestante terá 48h para pegar a devolutiva, onde estará informando o dia, o horário e o local onde ela fará o exame. O paciente terá uma senha para entregar ao laboratório, para este confirmar que o paciente utilizou o serviço. Pacientes da área vermelha e amarela, a devolutiva também sai em 48h. Pacientes da área verde, a devolutiva sai em até cinco dias – salientou.

Segundo Luzia, com a implantação do Sisreg a economia gerada foi de R$ 400 mil por mês e houve a ampliação de vagas para os usuários.

Ela destacou que, através do sistema, usuários que não são de Campina Grande são ‘barrados’, a não ser que o município tenha um credenciamento com a cidade.

A secretária esclareceu também sobre o atraso no pagamento dos servidores da Saúde. Segundo ela, o atraso ocorreu devido a demora no envio dos recursos por parte do Governo Federal.

As declarações repercutiram na Rádio Correio FM.

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