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PM-PB expulsa policial suspeito de planejar estupro de filhas de amante

Imagem ilustrativa (Foto: Reprodução)

O policial militar que é suspeito de ter planejado estuprar duas filhas de sua amante foi oficialmente expulso da corporação pelo Comando Geral da Polícia Militar da Paraíba, nesta quarta-feira (17). De acordo com a instituição, mesmo com a não consumação dos estupros, ficou comprovado que o policial manteve contato com a sua amante, a fim de realizar práticas sexuais com as filhas dela, uma criança de seis anos e uma adolescente de 14.

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A confirmação do afastamento definitivo do policial foi divulgada no Diário Oficial do Estado, em nota do Comando Geral da Polícia Militar da Paraíba, assinada pelo comandante da instituição, coronel Euller Chaves.

O caso veio à tona em 2015, quando foram vazadas as conversas por rede social entre o homem e a amante, ambos moradores de Sousa, no Sertão da Paraíba, a 438 de João Pessoa.

Nos diálogos, o policial, que atuava no 13ª Batalhão da Polícia Militar, na cidade, tentava convencer a mulher de que ela o deixasse dopar as suas filhas para que ele pudesse realizar as práticas sexuais com as garotas. O policial chegou a confirmar o teor das mensagens e a vontade que tinha de fazer sexo com as meninas – o que ele chamava de obsessão – mas negou o intuito de dopá-las.

Ainda em 2015, o policial, que é natural de Lavras de Mangabeira, no Ceará, foi afastado da corporação e um processo administrativo da Polícia Militar (PM) foi instaurado para investigar o caso.

No comunicado oficial divulgado nesta quarta-feira, a PM entendeu que “O fato, que foi amplamente difundido pela imprensa local, gerou grande constrangimento e transtorno na vida das menores e consequentemente na da família, além de ter repercutido muito negativamente na Corporação. Deixam patente sua incapacidade de permanecer integrando os quadros desta Polícia Militar, conforme preceitua o art. 31, § 1º, item 1 do RDPM, vez que agiu propositadamente em desacordo com os princípios morais, éticos e disciplinares da Corporação, visto que atentou contra a honra pessoal, o compromisso policial, o pundonor policial militar e o decoro da classe”.

portalcorreio

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