Paraíba

Crianças recebem brinquedos desenvolvidos na UFCG

(Foto: Chico Martins/ Jornal Correio)

A mostra de brinquedos eletrônicos desenvolvidos pelos alunos do curso de Engenharia Elétrica, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), foi realizada durante a manhã dessa quarta-feira (28) para as crianças carentes atendidas pela Casa da Criança Dr. João Moura, em Campina Grande. A ação faz parte do resultado da disciplina ‘Dispositivos Eletrônicos’.

Ao Portal Correio o professor que ministra a disciplina, Jalberth Fernandes, falou sobre a proposta: “O intuito foi unir duas motivações principais, a aprendizagem dos estudantes na disciplina e também a questão social de ajudar outras pessoas. Todo semestre a gente tem essa mostra de projetos na disciplina de dispositivos eletrônicos, e nesse semestre eu sugeri que eles pudessem desenvolver esses dispositivos para crianças carentes”.

Segundo Jalberth, essa foi a primeira vez que a mostra passou a virar doação, quando ele teve a ideia entrou em contato com a coordenadora da Casa, Maria Betânia, que rapidamente aceitou a parceria.

“A gente achou de uma importância riquíssima, além de estar ajudando os alunos da universidade, estamos contribuindo com o desenvolvimento das crianças. Os brinquedos não vêm pra ser doados para as crianças e sim para a criança usar e deixar para outras crianças que passam na casa usar também, essa turminha vai sair em 2019 e entrará outra.” Relatou Maria.

Grupos de alunos

Foram cerca de 33 alunos espalhados em oito grupos para desenvolverem oito brinquedos para crianças na faixa de seis anos a seis anos e meio. Alan David, de 23 anos, e Emílio Alves de 20 e Antônio Celso de 21, desenvolveram um carrinho de bombeiro, e falaram sobre a ideia.

“O objetivo da nossa equipe era criar um brinquedo com cotonetes de baixo custo para que ele pudesse ser replicado por qualquer pessoa, então a gente utilizou copo descartável, um pedaço de chinelo velho, pedaço de madeira… Coisas que são facilmente encontradas para um objeto que pode ser reproduzido facilmente.” Relatou Alan.

Emílio por sua vez, destacou: “É uma coisa que une a melhor parte dos dois. A gente vai aprender, vai adquirir novos conhecimentos e vai fazer também uma ação social”.

Equipe de criação

Diego Araújo tem 27 anos, é outro dos estudantes envolvidos no projeto, ele representou a criação da sua equipe. “Fizemos um jogo baseado em Imagem e Ação, só que a gente automatizou esse jogo, como no jogo original a gente usa dados e roletas, esse a gente só usa o sorteio que seria o do jogo original, diminuindo todo tempo de jogo, foi pensado para trazer alegria para as crianças. Foi muito gratificante a gente fazer pensando em como elas iriam gostar,” se orgulhou.

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