Paraíba

Conselho de Desenvolvimento Urbano de Campina Grande realiza primeira reunião

Na noite da última quinta-feira, dia 19, aconteceu na sede da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba, um encontro no qual foram apresentados pela professora e arquiteta Dra. Alcilia Afonso (Kaki) do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFCG, projetos arquitetônicos sustentáveis para a cidade de Campina Grande, bem como a proposta para a criação do Conselho de Desenvolvimento Urbano de Campina Grande.

O Conselho será um órgão de natureza consultiva, que visa debater e acompanhar as políticas públicas relacionadas ao espaço urbano campinense, com foco na melhoria da qualidade de vida da cidade e de seu centro urbano, viabilizando intervenções contemporâneas, reformas, expansões e recuperação de áreas desse importante espaço urbano.

O Conselho de Desenvolvimento Urbano tem como objetivos a apreciação e emissão de parecer nos casos específicos prescritos na legislação vigente; emissão de pareceres e resoluções de caráter normativo sobre questões urbanas não regulamentadas ou não perfeitamente definidas na legislação pertinente; proposições de modificações nas diretrizes e parâmetros relativos à estruturação, uso, ocupação e parcelamento do solo, inclusive quanto à adequação;

Fotos: Ascom

Reunirá representantes do poder público e da sociedade civil, podendo ser composto por 22 representantes de órgãos e instituições organizados por segmentos, todos com direito a voz e voto, a exemplo das secretarias da PMCG: (Sede, Jonnas Costa), (Seplan, André Agra – foto), (Secob, Fernanda Ribeiro e Mônica Pimentel) e órgãos como (CDL, Frederico Gomes), (ACCG, Fernando Soares), (OAB, Sammara Aguiar), (Creci, Elbert Catão e Mariberto Almeida), (UFCG, Kaki Afonso e Breno Vieira), Iphan, Sindilojas, (CAU-PB, Mayrla Souto Maior), IAB-PB, Crea, (Sinduscon, Helder Campos), (UFCG e Facisa, alunos de Arquitetura), entre outros.

Dentre os temas discutidos nessa primeira reunião, tratou-se também da proposta para criar uma Lei de preservação do patrimônio cultural campinense, voltada para a cidade e seu perfil histórico, social, econômico, cultural e ambiental, propondo a atualização conceitual do que vem a ser o patrimônio material e imaterial, intervenções no patrimônio edificado e a busca por uma política dinâmica e efetiva de resgate, reuso, revitalização, restauro, dos acervos patrimoniais campinenses, vinculada às políticas nacionais e internacionais mais contemporâneas.

Foi um passo importante e fundamental para o fortalecimento de uma política pública apoiada na sustentabilidade, que desenvolva propostas voltadas para a melhoria ambiental, econômica e social de Campina Grande.

Fonte: Paraibaonline com Ascom

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