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Bruno lamenta fechamento do IPC e falta de interesse do Governo do Estado em resolver o problema

Foto:Bruno

O deputado estadual Bruno Cunha Lima (SD) lamentou o fechamento do Instituto de Polícia Científica (IPC), em João Pessoa, que já dura dois meses, e cobra agilidade por parte dos órgãos competentes para que o instituto volte a funcionar regularmente com todos os seus serviços. Com o fechamento do órgão, a população não pode emitir documento de identidade e serviços como perícias e necropsia estão sendo feitos em Campina Grande.

O parlamentar afirma que a população não pode ser prejudicada por uma falta de compromisso da gestão pública. “São famílias que não conseguem velar seus parentes, porque os corpos estão sendo levados para o IPC de Campina Grande e, de certo modo, sobrecarregando o espaço que se possui lá”, destacou.

Bruno disse ainda que o contratempo sofrido pelas pessoas, por meio do fechamento do IPC, se dá também para prestação de serviços mais simples. “Até para a emissão da segunda via de um RG os paraibanos estão sendo prejudicados porque o órgão não está prestando este serviço”, enfatizou.

Mais do que lamentar, o deputado espera que os órgãos competentes sejam ágeis para resolução do problema. “Espero que as autoridades competentes agilizem o processo e solucionem a situação. Meu dever de agir eu tenho cumprido, justamente por isso não posso deixar de cobrar soluções efetivas para o bom andamento das atividades e serviços que o IPC presta aos paraibanos. E o que me compete, neste caso, é cobrar um resultado efetivo, além dos discursos e dos números fictícios do Governo”, finalizou.

Interdição – O IPC foi interditado pela primeira vez em 6 de março pelo Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) após fiscalização que apontou diversas irregularidades no instituto. Entre eles, a presença de líquido cadavérico escorrendo e causando o risco de contaminação do lençol freático.

Após essa interdição o Governo do Estado chegou a entrar com recursos para suspender a interdição, mas, atualmente, a sede do órgão conseguiu segue interditado.

Da redação com assessoria

 

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